Blog destinado a troca de experiências entre aqueles que, como eu, estão a todo momento em busca do saber.
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
O8/03 - DIA DA MULHER - PARABÉNS
Você sabe o que é ser mulher?
Ser mulher é entender as fases da lua por ter suas próprias fases.
É ser "nova" quando o coração está a espera do amor.
Ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor.
Ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor.
... E, ser minguante quando esse amor vai embora!
Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento do perdão.
É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.
Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e, inúmeras vezes, deixar as suas próprias feridas sangrando.
É ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.
Ser mulher é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.
É chorar calada as dores do mundo e, em apenas um segundo, já estar sorrindo.
Ser mulher é subir degraus e, se os tiver que descer, não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.
É saber ser super-homem quando o sol nasce e virar Cinderela quando a noite chega.
Ser mulher é ter sido escolhida por Deus para colocar no mundo os homens.
É acima de tudo um estado de espírito, é uma dádiva, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo!
Você, mulher, entende bem essas palavras...
Você, homem, ame e respeite todas as mulheres.
Ser mulher é entender as fases da lua por ter suas próprias fases.
É ser "nova" quando o coração está a espera do amor.
Ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor.
Ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor.
... E, ser minguante quando esse amor vai embora!
Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento do perdão.
É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.
Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e, inúmeras vezes, deixar as suas próprias feridas sangrando.
É ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.
Ser mulher é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.
É chorar calada as dores do mundo e, em apenas um segundo, já estar sorrindo.
Ser mulher é subir degraus e, se os tiver que descer, não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.
É saber ser super-homem quando o sol nasce e virar Cinderela quando a noite chega.
Ser mulher é ter sido escolhida por Deus para colocar no mundo os homens.
É acima de tudo um estado de espírito, é uma dádiva, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo!
Você, mulher, entende bem essas palavras...
Você, homem, ame e respeite todas as mulheres.
Desconheço autoria
terça-feira, 6 de março de 2012
FOLHA EM BRANCO
Certo dia eu estava aplicando uma prova, os alunos, em silêncio tentavam responder as perguntas com uma certa ansiedade.
Faltavam uns 15 minutos para o encerramento e um aluno levantou o braço, se dirigiu a mim e disse:
- ...Professor, pode me dar uma folha em branco?
Levei a folha até sua carteira e perguntei por que queria mais uma folha em branco.
Ele respondeu:
- Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada e queria começar outra vez.
Apesar do pouco tempo que faltava, confiei no rapaz, dei-lhe a folha em branco
e fiquei torcendo por ele.
Aquela sua atitude causou-me simpatia.
Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que DEUS lhe deu até agora, e só tem feito rabisco, confusões, tentativas frustradas e uma Confusão danada...
Acho que, agora, seria um bom momento para se pedir a DEUS uma folha em
branco; uma nova oportunidade para ser feliz.
Assim como tirar uma boa nota depende exclusivamente da atenção e esforço do aluno, uma vida boa, também depende da atenção que dermos aos ensinamentos do professor nosso DEUS.
Não importa qual seja sua idade, condição financeira, religião, etc...
“Levante o braço, peça uma folha em branco, passe sua vida a limpo.
Não se preocupe em tirar 10 (dez), ser o melhor.
preocupe-se apenas em Ter a simpatia do Mestre.
Ele está mais interessado em quem pede ajuda, portanto, só depende de você”.
Que o Senhor te abençoe, guarde a tua vida e te liberte de todo mal...
(desconheço a autoria)
Célia Portugal
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
A FABULA DA ÁGUIA E DA GALINHA
Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.
"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.
Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.
Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.
Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia.
Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas.
Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. E nunca mais retornou."
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas.
Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. E nunca mais retornou."
Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”
(Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.)
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
DESCRIÇÃO OBJETIVA, SUBJETIVA E DE PROCESSOS
Estimado(a) aluno(a):
DESCREVER É:
I. fazer viver os pormenores, situações ou pessoas;
II. evocar o que se vê, sente;
III. criar o que não se vê, mas se percebe ou imagina;
IV. não copiar friamente, mas deixar rica, uma imagem;
V. não enumerar muitos pormenores, mas transmitir sensações fortes.
II. evocar o que se vê, sente;
III. criar o que não se vê, mas se percebe ou imagina;
IV. não copiar friamente, mas deixar rica, uma imagem;
V. não enumerar muitos pormenores, mas transmitir sensações fortes.
Na descrição o ser e o ambiente são importantes. Assim, o substantivo e o adjetivo devem ser explorados para traduzirem com ênfase um impressão.
Como descrever?
a) Usar impressões cromáticas (cores) e sensações térmicas.
EX: O dia transcorria amarelo, frio, ausente do calor alegre do sol.
EX: O dia transcorria amarelo, frio, ausente do calor alegre do sol.
b) Usar o vigor e relevo de palavras fortes, próprias, exatas, concretas.
EX: As criaturas humanas transpareciam um céu sereno, uma pureza de cristal.
EX: As criaturas humanas transpareciam um céu sereno, uma pureza de cristal.
c) As sensações de movimento e cor embelezam o poder da natureza e a figura do homem.
EX: Era um verde transparente que deslumbrava e enlouquecia qualquer um.
EX: Era um verde transparente que deslumbrava e enlouquecia qualquer um.
d) A frase curta e penetrante dá um sentido de rapidez do texto.
EX: Vida simples. Roupa simples. Tudo simples. O pessoal, muito crente.
EX: Vida simples. Roupa simples. Tudo simples. O pessoal, muito crente.
A descrição de um objeto será única e nunca será totalmente verdadeira. Motivos:
1º o ângulo de percepção do objeto varia de observador para observador;
2º a análise do objeto levará à seleção de aspectos mais importantes, a critério do observador;
3º o resultado do trabalho corresponderá a uma solução possível.
2º a análise do objeto levará à seleção de aspectos mais importantes, a critério do observador;
3º o resultado do trabalho corresponderá a uma solução possível.
A descrição pode ser apresentada sob duas formas:
Descrição objetiva: quando o objeto, o ser, a cena, a passagem são apresentadas como realmente são, concretamente.
EX: "Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Moreno, olhos negros, cabelos negros e lisos".
EX: "Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Moreno, olhos negros, cabelos negros e lisos".
Descrição subjetiva: quando há maior participação da emoção, ou seja, quando o objeto, o ser, a cena, a paisagem são transfigurados pela emoção de quem escreve.
EX: "Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei..." ("O Ateneu", Raul Pompéia).
EX: "Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei..." ("O Ateneu", Raul Pompéia).
Descrição de uma objeto
Deve-se levar em conta:
1. A escolha do ângulo de percepção:
a) a perspectiva espacial
b) a relação observador X objeto.
a) a perspectiva espacial
b) a relação observador X objeto.
2. Análise do objeto: forma, cor, dimensões, peso, textura, material, utilidade. etc.
3. A seleção de aspectos: a critério do observador.
Exemplo:
"Um cilindro de madeira, de cor preta, medindo aproximadamente 17,5cm. de comprimento po 0,7cm. de diâmetro, envolve um cilindro menor, de grafite, de mesmo comprimento, porém de 0,15cm. de diâmetro
De uma das extremidades, foi retirada madeira, formando-se um cone, cujo ápice é uma fina ponta de grafite".
"Um cilindro de madeira, de cor preta, medindo aproximadamente 17,5cm. de comprimento po 0,7cm. de diâmetro, envolve um cilindro menor, de grafite, de mesmo comprimento, porém de 0,15cm. de diâmetro
De uma das extremidades, foi retirada madeira, formando-se um cone, cujo ápice é uma fina ponta de grafite".
Descrição de uma paisagem
Deve-se levar em conta:
1. Ângulo de percepção.
2. Análise: rural ou urbana, habitações, personagens, solo, vegetação, clima, localização geográfica.
3. Escolha de aspectos: a critério do observador.
2. Análise: rural ou urbana, habitações, personagens, solo, vegetação, clima, localização geográfica.
3. Escolha de aspectos: a critério do observador.
Exemplo:
"Abriu as venezianas e ficou a olhar para fora. Na frente alargava-se a praça, com o edifício vermelho da Prefeitura, ao centro. Do lado dirito ficava o quiosque, quase oculto nas sombras do denso arvoredo; ao redor do chafariz, onde a samaritana deitava um filete d'água no tanque circular, arregimentavam-se geometricamente os canteiros de rosas vermelhas e brancas, de cravos, de azáleas, de girassóis e violetas". ("Um Rio Imita O Reno", - Vianna Moog).
"Abriu as venezianas e ficou a olhar para fora. Na frente alargava-se a praça, com o edifício vermelho da Prefeitura, ao centro. Do lado dirito ficava o quiosque, quase oculto nas sombras do denso arvoredo; ao redor do chafariz, onde a samaritana deitava um filete d'água no tanque circular, arregimentavam-se geometricamente os canteiros de rosas vermelhas e brancas, de cravos, de azáleas, de girassóis e violetas". ("Um Rio Imita O Reno", - Vianna Moog).
Descrição de uma pessoa
Deve-se levar em conta:
1. Ângulo de percepção.
2. Análise:
a) aspectos físicos: sexo, idade, peso, cor de pele, cabelos, olhos, estatura, etc.
b) aspectos psicológicos: às vezes, a descrição de um aspecto físico do indivíduo poderá revelar um traço psicológico;
c) resultado.
2. Análise:
a) aspectos físicos: sexo, idade, peso, cor de pele, cabelos, olhos, estatura, etc.
b) aspectos psicológicos: às vezes, a descrição de um aspecto físico do indivíduo poderá revelar um traço psicológico;
c) resultado.
Exemplo:
"O gaúcho do sul, ao encontrá-los nesse instante sobreolhá-la-ia comiserado.
O vaqueiro do norte é a sua antítese. Na postura, no gesto na palavra, na índole e nos hábitos, não há que equipará-los. O primeiro, filho dos plainos sem fins, afeito às correrias fáceis nos pampas e adaptado a uma natureza carinhosa que o encanta, tem, certo, feição mais cavalheirosa e atraente. A luta pela vida não lhe assume o caráter selvagem da dos sertões do norte. Não conhece os horrores da seca e os combates cruentos a terra árida e exsicada.
...
O vaqueiro do norte é a sua antítese. Na postura, no gesto na palavra, na índole e nos hábitos, não há que equipará-los. O primeiro, filho dos plainos sem fins, afeito às correrias fáceis nos pampas e adaptado a uma natureza carinhosa que o encanta, tem, certo, feição mais cavalheirosa e atraente. A luta pela vida não lhe assume o caráter selvagem da dos sertões do norte. Não conhece os horrores da seca e os combates cruentos a terra árida e exsicada.
...
e passa pela vida, aventureiro, jovial, disserto, valente e fanfarrão, despreocupado, tendo o trabalho com um diversão que lhe permite as disparadas, domando distâncias, nas pastagens planas, tendo os ombros, palpitando aos ventos, o pala inseparável como uma flâmulos festivamente desdobrada. ("Os Sertões", Euclides da. Cunha)
PRODUÇAO DE TEXTO:
A descrição subjetiva procura
transfigurar a coisa observada, de forma pessoal, levando em conta sentimentos e
emoções, e usando para isso um caráter simbólico através de metáforas e outras
figuras retóricas. Usa, portanto, uma linguagem
conotativa.
Com base no que você apreendeu, faça uma descrição subjetiva da amagem apresentada nesse texto. Não esqueça de rever todos os processos que diferenciam uma descrição subjetiva de uma objetiva.
Sucesso!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
UMA BOA REFLEXÃO
Uma filha se queixou
ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela. Ela não
sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater,
sem nenhum resultado.
Parecía que
assim que um problema estava resolvido um outro aparecia.
Seu pai,
um “chef” de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho. Ali encheu três panelas
com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e na
última colocou pó de café.
Deixou que
tudo fervesse sem dizer uma palavra, só olhava e sorria para sua filha,
enquanto esperava.
A filha
deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de
vinte minutos depois, ele apagou a boca do fogão.Retirou os ovos e os colocou em
um recipiente, pegou as cenouras e as colocou em um prato e,finalmente, pegou o
café com uma concha e o colocou em uma tijelinha.
Virando-se
para sua filha, perguntou:
-
Querida, o que vê?
- Ovos,
cenouras e café, foi a sua resposta.
Ele a trouxe para mais perto
e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras
estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que
pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca,
verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Surpreendida e intrigada a
filha perguntou:
-O que isto significa,
pai?
Ele
explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervendo.
Só que haviam
reagidos de maneira diferente.
A cenoura
entrara na água, forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo,
ela amolecera e
se tornara frágil.
Os ovos
haviam entrado na água, frágeis. Sua casca fina havia protegido seu líquido
interior. Mas depois de terem
sido fervidos na água, seu interior se tornou mais
endurecido.
O pó de
café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervendo, ele
havia mudado a água.
- Qual
dos três elementos é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você
responde, ele perguntou à sua filha.
- Você é
do tipo cenoura, ovo ou pó de café? Qual dos três elementos é você? Você é como a cenoura, que parece
forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua
força?
- Será
que você é como um ovo, que começa com um coração maleável, com um espírito
fluido, mas depois de alguma morte, uma separação, uma doença ou uma demissão,
voce se torna mais difícil, duro e inflexivel?
Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e
obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?
- Ou
será que você é como o pó de café? O café muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor. Quando a
água chega ao ponto máximo de sua fervura, ele consegue o máximo de seu sabor e
aroma.
- Que
Deus o faça como o pó de café, que quando as coisas ficarem ruins, você possa
reagir de forma positiva, tornando-se melhor, sem se deixar vencer pelas
circunsta]âncias, e fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem
melhores!
Que
diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine seu caminho e a
todas as pessoas que o rodeiam.
Para
que possas sempre espalhar e irradiar, com sua força, otimismo e alegria o “Doce
aroma do café”.
Para
que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir
as outras pessoas. E transformar a adversidade em
algo melhor, amparado por Deus.
Somos nós os
responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a
crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos
pessoais, nossa vida.
Ao ouvir outras pessoas
reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que
você tem capacidade suficiente para superar este desafio.
Espero que, nestas
semanas que se seguem, quando o convidarem para tomar um café, você possa
repassar essa história.
Uma vida não tem importância se não for capaz de influenciar positivamente outras vidas.
O que você é: cenoura, ovo ou café?
Uma vida não tem importância se não for capaz de influenciar positivamente outras vidas.
O que você é: cenoura, ovo ou café?
Vamos procurar ser CAFÉ,
usando as adversidades para modificar o sabor da vida,com um aroma sempre
especial !!!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Frases de William Shakespeare
Lutar pelo amor é bom,
mas alcançá-lo sem luta é
melhor.
Nossas dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o que,
com freqüência,
poderíamos ganhar,
por simples medo de arriscar.
Ser grande,
é abraçar
uma grande causa.
William Shakespeare
Shakespeare é considerado o mais importante dramaturgo e esc...ritor de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas frequentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.
Nasceu em 23 de Abril de 1554, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.
Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.
Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afectivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
Em 1610 retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de Abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos.
Principais obras:
Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade..
Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, António e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.
Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.
Nasceu em 23 de Abril de 1554, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.
Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.
Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afectivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
Em 1610 retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de Abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos.
Principais obras:
Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade..
Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, António e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.
Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL
Mais um ano finaliza e com ele muitas lembranças, muitas histórias para contar,
muitos
sonhos realizados, outros que ficaram por realizar. Esta é a dinâmica da vida,
e nesta
imensa luz vamos vivendo e aprendendo a cada dia uns com os outros, nos engrandecendo como ser humano.
Cada
ano parece que passa mais rápido. E quando a gente se dá conta, chegou
o
Natal outra vez, com toda aquela correria e alegria. E no meio de tantas
coisas, não posso
esquecer de agradecer por tudo que recebi de vocês e lembrar o verdadeiro significado
desta época: Renovação, Alegria e Esperança de um Ano Novo ainda melhor!
A
cada ano mudamos um pouco, evoluímos, tendo a certeza de que a vida e o
mundo
serão melhores. E por isso, não podia ser diferente!
Feliz
Natal e todos juntos em 2012!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
À MOSTRA, MOSTRA E AMOSTRA
A locução “à mostra” significa “visível, patente”.
Ex.: Ela está com os seios à mostra.
As locuções adverbiais femininas devem receber o acento indicativo da crase: à toa, às claras, às pressas, à vista, à tarde, às vezes, à mão, à deriva, à beça, à tona…
Amostra pode ser o “ato ou efeito de amostrar (-se), pequena porção de alguma coisa, fragmento representativo de algo ou exemplo perfeito, completo”:
Amostra pode ser o “ato ou efeito de amostrar (-se), pequena porção de alguma coisa, fragmento representativo de algo ou exemplo perfeito, completo”:
Ex:“Ganhou uma amostra do perfume”
“Estes versos são uma amostra do talento do poeta”
“Ele é uma amostra notável de um grande anfitrião”.
Você sabia que mostra e amostra podem ser sinônimos?
Você sabia que mostra e amostra podem ser sinônimos?
Podemos dizer: “Isto é apenas uma mostra (ou uma amostra) do seu trabalho”
EX.:“Visitamos uma mostra (ou amostra) de fotografia”.
E você sabia que o verbo amostrar também existe? Que é uma forma variante do verbo mostrar? Sem dúvida, a forma mais utilizada por nós é o verbo mostrar. A variante amostrar parece errada ou inexistente, mas existe e não está errada. É apenas uma forma menos usual e mais característica da linguagem popular.
E você sabia que o verbo amostrar também existe? Que é uma forma variante do verbo mostrar? Sem dúvida, a forma mais utilizada por nós é o verbo mostrar. A variante amostrar parece errada ou inexistente, mas existe e não está errada. É apenas uma forma menos usual e mais característica da linguagem popular.
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