segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

USO DE MAU E MAL


USO DE MAL E MAU: SIMPLES ASSIM. É SÓ PRATICAR

DESCRIÇÃO OBJETIVA, SUBJETIVA E DE PROCESSOS



Estimado(a) aluno(a):

DESCREVER É:

I. fazer viver os pormenores, situações ou pessoas;
II. evocar o que se vê, sente;
III. criar o que não se vê, mas se percebe ou imagina;
IV. não copiar friamente, mas deixar rica, uma imagem;
V. não enumerar muitos pormenores, mas transmitir sensações fortes.
Na descrição o ser e o ambiente são importantes. Assim, o substantivo e o adjetivo devem ser explorados para traduzirem com ênfase um impressão.

Como descrever?

a) Usar impressões cromáticas (cores) e sensações térmicas.
EX: O dia transcorria amarelo, frio, ausente do calor alegre do sol.
b) Usar o vigor e relevo de palavras fortes, próprias, exatas, concretas.
EX: As criaturas humanas transpareciam um céu sereno, uma pureza de cristal.
c) As sensações de movimento e cor embelezam o poder da natureza e a figura do homem.
EX: Era um verde transparente que deslumbrava e enlouquecia qualquer um.
d) A frase curta e penetrante dá um sentido de rapidez do texto.
EX: Vida simples. Roupa simples. Tudo simples. O pessoal, muito crente.

A descrição de um objeto será única e nunca será totalmente verdadeira. Motivos:

1º o ângulo de percepção do objeto varia de observador para observador;
2º a análise do objeto levará à seleção de aspectos mais importantes, a critério do observador;
3º o resultado do trabalho corresponderá a uma solução possível.

A descrição pode ser apresentada sob duas formas:

Descrição objetiva: quando o objeto, o ser, a cena, a passagem são apresentadas como realmente são, concretamente.
EX: "Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Moreno, olhos negros, cabelos negros e lisos".





Descrição subjetiva: quando há maior participação da emoção, ou seja, quando o objeto, o ser, a cena, a paisagem são transfigurados pela emoção de quem escreve.
EX: "Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei..." ("O Ateneu", Raul Pompéia).

Descrição de uma objeto

Deve-se levar em conta:
1. A escolha do ângulo de percepção:
a) a perspectiva espacial
b) a relação observador X objeto.
2. Análise do objeto: forma, cor, dimensões, peso, textura, material, utilidade. etc.
3. A seleção de aspectos: a critério do observador.
Exemplo:
"Um cilindro de madeira, de cor preta, medindo aproximadamente 17,5cm. de comprimento po 0,7cm. de diâmetro, envolve um cilindro menor, de grafite, de mesmo comprimento, porém de 0,15cm. de diâmetro
De uma das extremidades, foi retirada madeira, formando-se um cone, cujo ápice é uma fina ponta de grafite".

Descrição de uma paisagem

Deve-se levar em conta:
1. Ângulo de percepção.
2. Análise: rural ou urbana, habitações, personagens, solo, vegetação, clima, localização geográfica.
3. Escolha de aspectos: a critério do observador.
Exemplo:
"Abriu as venezianas e ficou a olhar para fora. Na frente alargava-se a praça, com o edifício vermelho da Prefeitura, ao centro. Do lado dirito ficava o quiosque, quase oculto nas sombras do denso arvoredo; ao redor do chafariz, onde a samaritana deitava um filete d'água no tanque circular, arregimentavam-se geometricamente os canteiros de rosas vermelhas e brancas, de cravos, de azáleas, de girassóis e violetas". ("Um Rio Imita O Reno", - Vianna Moog).

Descrição de uma pessoa

Deve-se levar em conta:
1. Ângulo de percepção.
2. Análise:
a) aspectos físicos: sexo, idade, peso, cor de pele, cabelos, olhos, estatura, etc.
b) aspectos psicológicos: às vezes, a descrição de um aspecto físico do indivíduo poderá revelar um traço psicológico;
c) resultado.
Exemplo:
"O gaúcho do sul, ao encontrá-los nesse instante sobreolhá-la-ia comiserado.
O vaqueiro do norte é a sua antítese. Na postura, no gesto na palavra, na índole e nos hábitos, não há que equipará-los. O primeiro, filho dos plainos sem fins, afeito às correrias fáceis nos pampas e adaptado a uma natureza carinhosa que o encanta, tem, certo, feição mais cavalheirosa e atraente. A luta pela vida não lhe assume o caráter selvagem da dos sertões do norte. Não conhece os horrores da seca e os combates cruentos a terra árida e exsicada.
...
e passa pela vida, aventureiro, jovial, disserto, valente e fanfarrão, despreocupado, tendo o trabalho com um diversão que lhe permite as disparadas, domando distâncias, nas pastagens planas, tendo os ombros, palpitando aos ventos, o pala inseparável como uma flâmulos festivamente desdobrada. ("Os Sertões", Euclides da. Cunha)

PRODUÇAO DE TEXTO:

A descrição subjetiva procura transfigurar a coisa observada, de forma pessoal, levando em conta sentimentos e emoções, e usando para isso um caráter simbólico através de metáforas e outras figuras retóricas. Usa, portanto, uma linguagem conotativa.
Com base no que você apreendeu, faça uma descrição subjetiva da amagem apresentada nesse texto. Não esqueça de rever todos os processos que diferenciam uma descrição subjetiva de uma objetiva.
Sucesso!

Exemplo sempre

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

UMA BOA REFLEXÃO

Uma filha se queixou ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela. Ela não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater, sem nenhum resultado.
Parecía que assim que um problema estava resolvido um outro aparecia.
Seu pai, um “chef” de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho. Ali encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e na última colocou pó de café.
Deixou que tudo fervesse sem dizer uma palavra, só olhava e sorria para sua filha, enquanto esperava.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou a boca do fogão.Retirou os ovos e os colocou em um recipiente, pegou as cenouras e as colocou em um prato e,finalmente, pegou o café com uma concha e o colocou em uma tijelinha.
Virando-se para sua filha, perguntou:
- Querida, o que vê?
- Ovos, cenouras e café, foi a sua resposta.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Surpreendida e intrigada a filha perguntou:    
-O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervendo.
Só que haviam reagidos de maneira diferente.
 A cenoura entrara na água, forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos haviam entrado na água, frágeis. Sua casca fina havia protegido seu líquido interior. Mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornou mais endurecido.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervendo, ele havia mudado a água.
- Qual dos três elementos é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde, ele perguntou à sua filha.
 - Você é do tipo cenoura, ovo ou pó de café? Qual dos três elementos é você? Você é como a cenoura, que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
- Será que você é como um ovo, que começa com um coração maleável, com um espírito fluido, mas depois de alguma morte, uma separação, uma doença ou uma demissão, voce se torna mais difícil, duro e inflexivel? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?
- Ou será que você é como o pó de café? O café muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor. Quando a água chega ao ponto máximo de sua fervura, ele consegue o máximo de seu sabor e aroma.
- Que Deus o faça como o pó de café, que quando as coisas ficarem ruins, você possa reagir de forma positiva, tornando-se melhor, sem se deixar vencer pelas circunsta]âncias, e fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem melhores!
Que diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine seu caminho e a todas as pessoas que o rodeiam.
Para que possas sempre espalhar e irradiar, com sua força, otimismo e alegria o “Doce aroma do café”.
Para que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir as outras pessoas. E transformar a adversidade em algo melhor, amparado por Deus.
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida.
Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade suficiente para superar este desafio.
Espero que, nestas semanas que se seguem, quando o convidarem para tomar um café, você possa repassar essa história.
Uma vida não tem importância se não for capaz de influenciar positivamente outras vidas.
O que você é: cenoura, ovo ou café?

Vamos procurar ser CAFÉ, usando as adversidades para modificar o sabor da vida,com um aroma sempre especial !!!


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Como falamos...

ESCOLA PÚBLICA

                                                Seria até engraçado se o fato não fosse real

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Frases de William Shakespeare




Lutar pelo amor é bom,
 mas alcançá-lo sem luta é melhor.


Nossas dúvidas são traidoras
 e nos fazem perder o que,
com freqüência,
 poderíamos ganhar,
 por simples medo de arriscar.


Ser grande,
 é abraçar
uma grande causa.

William Shakespeare


    Shakespeare é considerado o mais importante dramaturgo e esc...ritor de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas frequentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.
     Nasceu em 23 de Abril de 1554, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.
     Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.
     Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afectivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
     Em 1610 retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de Abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos.

Principais obras:

Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade..

Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, António e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.

Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL



Mais um ano  finaliza e com ele muitas lembranças, muitas histórias para contar,
muitos sonhos realizados, outros que ficaram por realizar. Esta é a dinâmica da vida, e nesta imensa luz vamos vivendo e aprendendo a cada dia uns com os outros, nos engrandecendo como ser humano.
Cada ano parece que passa mais rápido. E quando a gente se dá conta, chegou
o Natal outra vez, com toda aquela correria e alegria. E no meio de tantas coisas, não posso esquecer de agradecer por tudo que recebi de vocês e lembrar o verdadeiro significado desta época: Renovação, Alegria e Esperança de um Ano Novo ainda melhor!
A cada ano mudamos um pouco, evoluímos, tendo a certeza de que a vida e o
mundo serão melhores. E por isso, não podia ser diferente!
Feliz Natal e todos juntos em 2012!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

À MOSTRA, MOSTRA E AMOSTRA



A locução “à mostra” significa “visível, patente”.
 Ex.: Ela está com os seios à mostra.
 As locuções adverbiais femininas devem receber o acento indicativo da crase: à toa, às claras, às pressas, à vista, à tarde, às vezes, à mão, à deriva, à beça, à tona…
Amostra pode ser o “ato ou efeito de amostrar (-se), pequena porção de alguma coisa, fragmento representativo de algo ou exemplo perfeito, completo”:
Ex:“Ganhou uma amostra do perfume”
    “Estes versos são uma amostra do talento do poeta”
      “Ele é uma amostra notável de um grande anfitrião”.
Você sabia que mostra e amostra podem ser sinônimos?
Podemos dizer: “Isto é apenas uma mostra (ou uma amostra) do seu trabalho”
 EX.:“Visitamos uma mostra (ou amostra) de fotografia”.
E você sabia que o verbo amostrar também existe? Que é uma forma variante do verbo mostrar? Sem dúvida, a forma mais utilizada por nós é o verbo mostrar. A variante amostrar parece errada ou inexistente, mas existe e não está errada. É apenas uma forma menos usual e mais característica da linguagem popular.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PROCLAMAÇÀO DA REPÚBLICA - CURIOSIDES


      Até o ano de 1889 o Brasil era governado por um imperador, D. Pedro II. Porém, os brasileiros republicanos achavam que a monarquia afastava o Brasil de todos os povos do Novo Mundo que viviam sob o regime republicano. Assim, pretendiam a República.
      Muitos queriam a proclamação da República só depois da morte de D. Pedro II, pois com ela um estrangeiro tomaria parte no governo: o francês Gastão d'Orléans, Conde d'EU, casado com a herdeira do trono, a Princesa Isabel.
     O movimento republicano não conseguiu, de início, despertar o interesse do povo, pois esse queria muito bem a D. Pedro II e não desejava vê-lo deposto.
Até a véspera da Proclamação da República, o Marechal Deodoro da Fonseca, apesar de descontente com o ministério, permaneceu ao lado do imperador, pois era muito amigo e o estimava demais para vê-lo perder o trono.
     Os republicanos haviam marcado uma revolta para a noite de 20 de novembro. Mas o major Sólon Ribeiro, receando que o governo, sabendo da revolta, pudesse organizar boa defesa, no dia 14 de novembro espalhou a falsa notícia de que o ministério havia mandado prender Deodoro e Benjamim Constant. O mesmo major combinou com seus companheiros, que se encontravam em São Cristóvão, que na manhã de 15 de novembro seguiriam para o centro da cidade
.
     Ao proclamar a República no dia 15 de novembro de 1989, o Marechal Deodoro da Fonseca, de 62 anos, estava com um ataque de dispnéia. Foi tirado da cama no meio da noite, por amigos, para comandar o cerco ao Ministério. Foi sem espada porque o seu ventre estava muito dolorido. Montou o cavalo baio número 6 que lhe fora emprestado pelo alfares Barbosa Júnior. Deodoro havia decidido apoiar os republicanos 4 dias antes.
     Quando passou pelo portão do Ministério da Guerra, no Campo de Santana, Deodoro acenou com um quepe e ordenou às tropas formadas:  Apresentar armas. Toquem o hino”. As tropas se perfilaram e ouviram-se os acordes do Hino Nacional. Estava proclamado a república.
    Não houve derramamento de sangue durante a Proclamação da Republica. O único que se feriu foi o ministro da Marinha José da Costa Azevedo, que reagiu a voz de prisão. 
      O período da História do Brasil conhecido como Nova República teve início em 1985, com o fim da Ditadura Militar e início do processo de redemocratização.    
      Este período da História do Brasil dura até os dias atuais. 
      A palavra República tem origem no latim res publica,cujo significado é "coisa pública

SOU UM PROFESSOR


SOU UM PROFESSOR QUE PENSA...
Pensa em sair correndo toda vez que é convocado para uma reunião, que certamente me responsabilizará mais uma vez, pelo insucesso do aluno.

SOU UM PROFESSOR QUE LUTA...
Luta dentro da sala de aula, com os alunos, para que eles não matem uns aos outros.
Que luta contra seus próprios princípios de educação, ética e moral.

SOU UM PROFESSOR QUE COMPREENDE....
Compreende que não vale a pena lutar contra as regras do sistema, ele é sempre o lado mais forte.

SOU UM PROFESSOR QUE CRITICA...
Critica a si mesmo por estar fazendo o papel de vários outros profissionais como: psicólogo, médico, assistente social, mas não consegue fazer o próprio papel que é o de ensinar.

SOU UM PROFESSOR QUE TEM ESPERANÇA,
E espera que a qualquer momento chegue um "estranho" que nunca entrou em uma sala de aula, impondo o modo de ensinar e avaliar.

SOU UM PROFESSOR QUE SONHA...
SONHA COM UM ALUNO INTERESSADO,
SONHA COM PAIS RESPONSÁVEIS,
SONHA COM UM SALÁRIO MELHOR, UM MUNDO MELHOR.
ENFIM, SOU UM PROFESSOR QUE REPRESENTA...

Representa a classe mais desprestigiada e discriminada, e que é incentivada a trabalhar só pelo amor à profissão.
Representa um palhaço para os alunos.
Representa o fantoche nas mãos do sistema concordando com as falsas metodologias de ensino.
E esse professor, que não sou eu mesmo, mas é uma outra pessoa, representa tão bem, que só não trabalha como ator, porque já é PROFESSOR e não dá para conciliar as duas coisas.

Recebi esse texto da minha colega de profissão Evileide Leal.
Reflitamos sobre o seu conteúdo. 
Ele foi escrito por uma pessoa muito inteligente mas infelizmente não  foi lhe dado o crédito.
Quem souber o nome do autor, favor, entrar em contato para que seja divulgado.


 










domingo, 30 de outubro de 2011

31/10 - DIA DO POETA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE



Carlos Drummond de Andrade ganha dia em sua homenagem na segunda (31/10)
      Projeto do Instituto Moreira Salles celebra o Dia D, amanhã, 31 outubro de 2011 quando Carlos Drummond de Andrade completaria 109 anos. A proposta é criar data especial em homenagem ao poeta.

 ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE O AUTOR

Ø  Carlos Drummond de Andrade nasceu na cidade de Itabira do Mato de Dentro, em Minas Gerais. Criado sob rígida educação católica, o primeiro colégio que o poeta estudou foi o Grupo Escolar Coronel José Batista.
Ø  Aos 13 anos Drummond foi convidado para dar palestras no Grêmio dramático e Literário Artur de Azevedo.
Ø  Em 1918, o poeta foi matriculado no internato Anchieta, da Companhia de Jesus, na cidade de Nova Friburgo, mas foi expulso aos 17 anos porque se desentendeu com o seu professor de português. Nesta época, o poeta era conhecido como “general” por causa de seu jeito altivo.
Ø  Em 1920 a família dele mudou-se para Belo Horizonte. Os primeiros trabalhos do poeta começaram a ser publicados no jornal Diário de Minas na seção “Sociais”. A vida na capital mineira permitiu que ele conhecesse escritores e políticos que freqüentavam a Livraria Alves e o Café Estrela.
Ø  Quando já morava em Belo Horizonte havia dois anos, o conto “Joaquim no Telhado” rendeu ao poeta um prêmio de 50 mil-reis. Passou a publicar seus trabalhos também no rio de Janeiro.
Ø  EM 1923, o poeta resolveu fazer uma faculdade e se matriculou Escola de Odontologia e Farmácia em Belo Horizonte.
Ø  Os primeiros contatos entre Drummond e os modernistas aconteceram em 1924. Conheceu os poetas Mário de Andrade e Oswald de Andrade e a pintora Tarsila do Amaral.
Ø  Drummond se casou com Dolores Duarte de Morais em 1925 e voltou para Itabira, onde passou a dar aulas de Geografia e Português no Ginásio Sul-americano.
Ø  A revista Antropofagia, de São Paulo, publicou seu poema “No meio do caminho”, que se transformou em um escândalo literário. Drummond foi um dos ativistas da semana de 22. Passado muitos anos, mais maduro, firmou que, embora o movimento tenha sido importante para a literatura nacional, “permitiu que todo mundo que não sabia escrever, escrevesse”.
Ø  Sua única filha, Maria Julieta, nasceu em 1928. Drummond atuou na Secretaria de educação de Minas Gerais e ocupou diversos cargos ligados à educação e à cultura tanto em Minas como no Rio de Janeiro.
Ø  O poeta, que sempre fez questão de levar uma vida reclusa, começou a dar entrevistas só em 1984, mostrando-se uma pessoa afável e melancólica. Já velho e magrinho, costumava caminhar todas as tardes pela praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Ø  Dias antes de morrer, Drummond disse a sua médica, Elizabete Viana de Freitas:
Ø  “Ah, Elizabete, eu sei que você não pode, mas o que eu queria mesmo era um infarto fulminante”.  
Ø  O poeta morreu no dia 17 de agosto de 1987, de problemas cardíacos, 12 dias depois da morte de sua filha Maria Julieta. Ela tinha 59 anos e passou dois anos lutando contra um câncer. Pai e filha chegaram a travar uma disputa verbal para ver quem morreria antes, de forma que o primeiro não sofresse com a perda do outro. No velório de  Maria Julieta, Drummond disse a um amigo: Isto não está certo, ela deveria ficar para fechar os meus olhos.
Ø  Drummond era agnóstico e pediu que nenhuma homenagem ou oração fossem feitas em seu sepultamento. Também não queria cruz ou símbolos religiosos . Seu enterro, realizado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, reuniu cerca de 880 pessoas, entre amigos, parentes, artistas, políticos e fãs. Seu corpo foi enterrado ao lado da filha.
Ø  O ano de 2012 vai marcar os 110 anos de nascimento de Carlos Drummond de Andrade e os 25 de sua morte, datas que prometem uma série de novidades. O poeta vai ganhar casa nova, ou seja, depois de 27 anos tendo seus livros publicados pela Record, a Companhia das Letras começa a reeditar toda a obra do escritor, com novo projeto gráfico e conselho editorial próprio. Drummond também será homenageado em Paraty, já que será o tema da Flip do próximo ano.

(TEXTO ADAPTADO  DE  O GUIA DOS CURIOSOS - Marcelo Duarte)

sábado, 29 de outubro de 2011

DIA NACIONAL DO LIVRO

 
 
O Dia Nacional do livro comemora a fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Brasil. O acervo tinha 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, moedas, medalhas etc. tudo acomodado nas salas do Hopital da Ordem Terceira do Carmo. Em 29 de outubro de 1810, a biblioteca foi transferida, e essa passou a ser a data oficial de sua fundação.... Até o ano de 1814, os estudiosos precisavam de autoriazação prévia para consultá-la.
A proposta hoje é tirar uns momentos para resgatar o registro emocional que ficou em você de um livro que tenha lido, não importa quando.
Tenho uma lista dos meus resgates:
Ensaio sobre a cegueira de José Saramago
Mentiras no divâ de Irvin D. Yalom
Noites do Sertão de João Guimarães Rosa
Perdas & Ganhos de Lya Luft
Pelo amor ou pela dor de Rick Medeiros
O Código de Vinci De Brown 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

DE OLHO NO ACORDO ORTOGRÁFICO





"A língua é a única ferramenta que fica mais afiada com o uso.”
(Washington Irving. In: Revista LP, ano II, nº 14)


     Em 2012, entrará em vigor o novo acordo ortográfico no sistema educativo português, ou seja, algumas palavras passarão a ser escritas de forma diferente. Os novos manuais já contemplam o novo acordo, bem como os livros editados recentemente por isso, torna-se necessário que você fique de olho nas novas regras de acentuação.
Vejamos:

      As palavras paroxítonas (aquelas cujas sílabas pronunciada com maior intensidade é a penúltima) em que aparecem os ditongos abertos ei e oi não são mais acentuadas:
 Como era: boléia, heróico, idéia, bóia, estréia,  jóia, jibóia assembleia
Como fica: boleia, heroico, ideia, boia, estréia, jóia, jibóia, assembléia
     O hiato OO não mais recebe acento circunflexo:
Como era: perdôo, vôo, enjôos
Como ficou: perdoo, voo, enjoos
    Vale ressaltar: O acento agudo dos ditongos abertos ÉI e ÓI só desapareceu nas   palavras paroxítonas. As oxítonas (incluindo-se aí os monossílabos tônicos terminados em ÉI, ÉU e ÓI) continuam recebendo acento gráfico.
Exemplos: papéis, céu herói.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

27/10 Aniversário de Maurício de Sousa


     Mauricio de Sousa é sem sombra de dúvida o maior cartunista brasileiro voltado para o mundo infanto-juvenil, mas que agrada também os adultos e criador da famosa "Turma da Mônica"
    Nascido no dia 27 de outubro de 1935, em Santa Isabel, São Paulo, filho do barbeiro Antônio Mauricio de Sousa e da poetisa Petronilha Araújo de Sousa e deve ter herdado de sua mãe o gosto pela arte.
     Quando menino, na cidade de Mogi das Cruzes, próxima a São Paulo, Mauricio de Sousa vivia como as outras crianças: morava numa casa sem muros, andava descalço, jogava futebol no campinho, saía com o cachorro, brincava de pular corda, de fantasiar e viver aventuras. O tempo passou, e o menino deu um jeito de manter intacto o mundo à sua volta, recriando o cenário da infância nas páginas dos quadrinhos. Suas histórias parecem simples, cotidianas, corriqueiras. E são mesmo. Tão simples que podem ser entendidas por qualquer um que já foi criança um dia. Catalão, javanês, grego, coreano, alemão, francês e italiano são algumas das línguas em que as histórias da Turma da Mônica já foram publicadas.
     A primeira revista inspirada na filha primogênita de Mauricio saiu em português mesmo, em 1970. Quem era criança, na época, já cresceu.Mas,“por nostalgia ou por gostar da linguagem simples e direta dos gibis”,muitos continuam a acompanhar a turma. Talvez isso explique por que boa parte de seus leitores de hoje são adultos.Mauricio trabalhou em rádio, deu aulas de canto e dança, foi repórter policial, fez tiras de jornal para ajudar no orçamento familiar e depois se tornou o mais popular quadrinista do país.Mas diz que ainda se parece com o menino do interior. No ano em que a Turma da Mônica chega a seu 35o aniversário, suas histórias nos levam a crer que ainda há tempo para observar a vida e desfrutar pequenas felicidades.


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uso da Cedilha

 
 
 
 
Uma aulinha para aqueles que têm o hábito de escrever VOCÊ com Ç. Há um número enorme por aqui, inclusive jornalistas.
 
 Uso da Cedilha (ç)

 Cedilha é um sinal que se coloca na letra C antes de: a, o ,u ou seja ça, ço, çu.
 A cedilha dá ao C o som de SS.
 Exemplos: laço,carroça,Iguaçú.

 Emprego da cedilha

 Colocamos a cedilha debaixo do C pra lhe dar o som de S inicial. Observe ...os exemplos: criança- moço- pontuação- almoço- açúcar- caça.
Atençao: Não se usa cedilha em ce, ci, nem no início das palavras.
 Exemplos: cinco - circo- centro cenoura.
Só se usa cedilha em ça, ço, çu.

 Conclusão: Na palavra VOCÊ não existe cedilha.

sábado, 22 de outubro de 2011

Por que existem vários jeitos de escrever "por quê"?

    
    
      No latim classico havia duas palavras: "quare" para perguntar e "quia" para responder. Mas, em português, prevaleceu a expressão do latim vulgar, pro quid, que passou a exercer dupla jornada em perguntas e respostas. "Para diferenciar, alguém teve a ideia de escrever um junto e o outro separado", explica Caetano Galindo, linguista da Universidade Federal do Paraná. Os registros mais antigos dessa distinção são do século 13, mas, em 1500, Pero Vaz de Caminha ainda se atrapalhava na carta do descobrimento.
     De um modo geral, os porquês devem ser usados assim:

     POR QUE separado e sem acento quando introduz perguntas e quando substitui "qual motivo" e "qual razão":
     Por que vai sair mais cedo?

     PORQUE junto e sem acento é o das respostas. Pode ser substituído por "pois":
     Porque tenho um compromisso.

    POR QUÊ separado e com acento é usado quando o "que" é tônico, o que fica mais claro quando ele está proximo de um sinal de pontuação.
      Você vai sair mais cedo por quê?

     PORQUÊ junto e com acento é substantivo e equivale a "motivo", "razão".
      Quero saber o porquê de você sair mais cedo.

PARA DESCONTRAIR

EM TEMPOS DE ENEM