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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O bando Anunciador também participou do projeto








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Fotografias do Cortejo do Bando Anunciador

O Bando Anunciador faz parte da cultura de Feira de Santana. Antigamente fazia parte dos festejos da Padroeira da Cidade. Por ser considerado de caráter profano, a Igreja proibiu a sua participação durante as comemorações religiosas. Só a partir de 2007 que a UEFS e o CUCA, através de um projeto muito bem elaborado, trouxeram de volta esse bem cultural da nossa cidade.

Parabéns, Colegas da área de humanas




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Um verdadeiro sucesso o projeto cultural. Parabéns a todas as colegas da área de humanas que se empenharam para que esse evento realmente mostrasse que a escola pública faz acontecer.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Que Língua se falava no mundo antes da torre de Babel



   Ninguém sabe qual era a língua de Adão e Eva, aque teria sido utilizada para a comunicação entre os homens antes da construção da Torre de Babel. O fato é que na própria Bliblia há controvérsias a respeito de ssa homogeneidade linguística. De um lado, o 11º capítulo do Gênese justifica a criação de várias línguas como punição ao homem por sua pretensão de querer erguer uma torre que atingisse os céus. Em contrapartida, pouco antes dessa passagem, o décimo capítulo desse mesmo livro bíblico narra a dispersão dos filhos de Noé, salvos na Arca, por diversas ilhas, cada qual com seu idioma: "Destes (filhos de Noé) saíram os povos dispersos nas ilhas das nações, em seus vários países, cada um segundo uma língua e segundo suas famílias e suas nações". Assim não se sabe ao certo sequer se houve uma única língua. Na obra A busca da língua perfeita, o semiólogo Umberto Eco fala de vários estudiosos que já tentaram, sem sucesso, reconstruir a língua original.


(Marcelo Duarte. O guia dos curiosos - Língua Portuguesa. São Paulo: Panda, 2003. p. 36)

sábado, 19 de setembro de 2009

Gastão: a história de Feira passa por aqui

O Instituto de Educação Gastão guimarães através da área de Cíencias Humanas e suas Tecnologias está desenvolvendo um projeto com o objetivo de despertar o interesse dos alunos para conhecer um pouco de Feira de Santana e a história do seu estabelecimento de ensino. uma idéia louvável que está mobilizando toda rede educacional. Muito válida, colegas. Valeu!



O






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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Cartilha sobre o uso da internet


      Encontrei essa preciosidade no blog sites e dicas interessantes para professores de Gladis Santos e estou compartilhando com você.
A Cartilha da SaferNet oferece dicas básicas para educadores estimularem o diálogo sobre o uso responsável da Internet em sala de aula. Há também, neste portal, um glossário e o guia Netiqueta com alertas sobre boas maneiras e cordialidade no ciberespaço.
http://www.safernet.org.br/site/prevencao/cartilha/safer-dicas

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Exemplo de Resenha Crítica para a 8a. série


Resenha: A águia e a galinha. (Leonardo Boff)
Por Cátia Manoela Gasparetto
21 de janeiro de 2006

A presente obra divide-se em sete capítulos, onde conta à história de uma águia criada como uma galinha. Essa história é compreendida como uma metáfora da condição humana. Cada um poderá lê-la e interpretá-la conforme o chão que os seus pés pisam. Essa obra sugere caminhos, mostra uma direção e projeta um sonho promissor.
O autor Leonardo Boff, em 1938, formou-se em Teologia e Filosofia no Brasil e na Alemanha. Durante mais de vinte anos foi professor de Teologia Sistemática no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis. Por vários anos esteve à frente do editorial religioso da Editora Vozes. Junto com outros ajudou a formular a Teologia da Libertação, que por causa desta teve conflitos com a Igreja Católica, sendo proibido de dar aulas por um determinado período e a fazer um ano de silêncio. Mais tarde foi professor de Ética e Filosofia da Religião na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É autor de mais de sessenta livros ligados à teologia, à filosofia, à espiritualidade e à ecologia, em sua grande maioria publicados pela Editora Vozes. É membro da Comissão da Carta da Terra. Em 2002, em razão de seu compromisso com o direito dos pobres, ganhou o prêmio Nobel alternativo para a paz.
Ao ler a obra você vai se confrontar com duas dimensões fundamentais da existência humana: a dimensão do enraizamento, do cotidiano, do limitado, que seria o símbolo da galinha e a dimensão da abertura, do desejo, do ilimitado, o qual seja o símbolo da águia. A partir disso o autor nos questiona em como equilibrar essas duas dimensões. E como impedir que a cultura da homogeneização afogue a águia dentro de nós e nos impeça de voar.
Para dar uma resposta convincente a esses desafios, o autor visita a moderna cosmologia, a nova antropologia, a psicologia profunda, a ecologia, a espiritualidade e a mística. O resultado é uma reflexão instigante que provoca entusiasmo na busca da identidade humana através da inclusão das contradições e da superação dos eventuais obstáculos a nível pessoal, social e planetário.
A história da águia e a galinha evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento da auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima nas dificuldades quase insuperáveis, a criatividade diante de situações de opressão coletiva que ameaçam o horizonte da esperança.
Mas não podemos nos limitar a sermos somente galinha ou somente águia. Como galinhas somos seres concretos e históricos, mas jamais devemos esquecer nossa abertura infinita, nossa paixão indomável, nosso projeto infinito, nossa dimensão águia. Se não buscarmos o impossível (a águia) jamais conseguiremos o possível (a galinha).
Cada ser humano tem uma estrutura básica que se manifesta mais como a águia em alguns, mais como a galinha em outros. Cada um precisa escutar essa natureza interior, captar a águia que se anuncia ou a galinha que emerge. Após escutá-las, importa usar a razão para ver claro e o coração para decidir com inteireza. Somente assim se conquistará a promessa de um equilíbrio dinâmico.
A história da águia e da galinha nos evoca o processo de personalização pelo qual todo ser humano passa. Não recebemos a existência pronta. Devemos construí-la progressivamente. Há uma larga tradição transcultural que representa a caminhada do ser humano, homem e mulher, como uma viagem e uma aventura na direção da própria identidade.
Recusamo-nos a ser somente galinhas. Queiramos ser também águias que ganham altura e que projetam visões para além do galinheiro. Acolhemos prazerosamente nossas raízes (galinha), mas não à custa da copa (águia) que mediante suas folhas entra em contato com o sol, a chuva, o ar e o inteiro universo. Queremos resgatar nosso ser de águias. As águias não desprezam a terra, pois nela encontram seu alimento. Mas não são feitas para andar na terra, senão para voar nos céus, medindo-se com os picos das montanhas e com os ventos mais fortes.
Hoje, no processo de mundialização homogeneizadora, importa darmos asas à águia que se esconde em cada um de nós. Só então encontraremos o equilíbrio. A águia compreenderá a galinha e a galinha se associará ao vôo da águia.
Ao final do livro, o autor apresenta a bibliografia de alguns títulos em português que ajudarão o leitor no aprofundamento da metáfora da águia e da galinha, entre eles; BARRÈRE, Martine. Terra. Patrimônio comum. São Paulo, Nobel, 1995; BOFF, Leonardo. Ecologia: grito da Terra, grito dos pobres. São Paulo, Ática, 1995; BONAVENTURE, Leon. Psicologia e mística. Petrópolis, Vozes, 1978; e outros.
A obra nos traz uma compreensão de que cada ser humano tem suas próprias dimensões e devemos respeitar cada uma delas. Há momentos em nossa vida que devemos articular as relações e realizar a síntese a partir da realidade da águia e em outros, a partir da realidade da galinha.
Na nossa atual humanidade e em nosso planeta, assistimos aos mandos e desmandos dos mais fortes, dos detentores do saber, do ter e do poder, que querem controlar, para nos reduzir a simples galinhas e nos subordinar aos seus interesses, mas é preciso que não aceitemos essa submissão, que rejeitemos os conformismos, os comodismos, porque essa dominação sempre será causadora de muitos sofrimentos à maioria da humanidade diante da pobreza e da exclusão social, por isso é necessário que despertemos a águia que existe dentro de nós para juntos construirmos um mundo melhor, onde todos possam participar e decidir sem omissões, libertando-se da opressão.
Referência Bibliográfica:
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha, a metáfora da condição humana. 40 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
Cátia Manoela Gasparetto é acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI Campus de Erechim / Janeiro de 2006

sábado, 12 de setembro de 2009

Motivação, atitude e ética

Texto que "rola" na internet . embora desconheça o autor, achei muito interessante para discussão.

O ser humano tem vários gigantes que precisa despertar e a motivação é o maior deles.
Conheço pessoas que tem *talento* e não fazem sucesso porque ele sozinho não constrói o sucesso de ninguém.
Conheço pessoas que são *perseverantes, persistentes e determinadas...* Tenho constatado que isso ajuda... Mas não define o *sucesso.*
Muitos buscam a educação, tem inteligência, são criativos, mas tudo isso depende de apenas uma palavra para construir vitórias... Essa palavra é *“atitude”.
Quando o trabalho é um prazer à vida é uma alegria... Quando o trabalho é um dever a vida é uma escravidão. O mundo é dividido entre *otimistas e pessimistas*.
O otimista enxerga *oportunidades* nas /dificuldades /e o pessimista apenas enxerga *dificuldades* nas oportunidades.
As pessoas estão sempre no meio do caminho. Os motivados fazem... Os desmotivados reclamam.
A verdade é que um ser humano sem metas é um ser humano sem destino. Se vivemos de *resultados*, antes precisamos ter ideais, sonhos, metas e objetivos.
E metas são sonhos com data marcada.
Se alguém, de alguma forma, escorrega na vida, eu procuro mostrar que um campeão não se conhece pelo tamanho do tombo... Um campeão se conhece pela capacidade de levantar-se.
E por que o nosso tema fala de *ética*?
Porque não se pode fazer sucesso à custa dos outros, fazer cortesia com chapéu alheio, transferir o problema.
*Sucesso é bom.* Não é fácil ou difícil. Ou melhor, pode até ser difícil, porém, se for a sua opção, vira verdade...
E o preço para isso acontecer é estudo, foco, determinação, inteligência, conhecimento que destrói incertezas, relacionamentos, rede de contatos, criatividade... E só terão valor verdadeiro se vierem somadas a três palavras chaves: *motivação, atitude e ética*
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Campanha antibullying




Vamos formar uma brigada antibullyng, com o objetivo de defender todos aqueles que são vítimas desse mal que acomente nossas escolas.
Os diferentes tipos de bullying

O termo BULLYING compreende todas as formas de maneiras agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivo evidente e são tomadas por um ou mais estudantes contra outro, causando traumas, e são executadas dentro de uma relação desigual de poder. A prática de atos agressivos e humilhantes de um grupo de estudantes contra um colega, sem motivo aparente é conhecida mundialmente como bullying e bully significa brigão, valentão. O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola. Os que praticam o BULLYING têm grande perspectiva de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delituosas ou delinqüentes.
O "bullying" pode ser classificado de duas formas: o direto, através de violência física e o indireto, através de agressão moral.
As crianças e jovens alvos de "bullying" são sucessivamente colocadas pelo aluno agressor em situações embaraçosas e são vítimas de alcunhas ofensivas, ameaças, discriminação, isolamento e exclusão grupal, perseguição, assédio, humilhação verbal, roubos e, por vezes, agressão física e vandalismo ou destruição dos seus bens (livros, roupas e outros pertences).
Os alunos, com uma frequência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as alunas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se distingue, principalmente, como método de exclusão ou difamação. Até um apelido pode causar desmoronamento na auto estima de uma criança ou adolescente. Apesar de não sofrerem diretamente as agressões, poderão ficar aborrecidas com o que vêem e indecisas sobre o que fazer. Tudo isso pode influenciar de maneira negativa sobre sua competência de adiantar-se acadêmica e socialmente.
O Bullying escolar é assim classificado:
• alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING;
• alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING;
• autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING;
• testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas coexistem em um ambiente onde isso acontece.
Quando não há intervenções eficazes contra o BULLYING, o espaço escolar torna-se totalmente corrompido. Todas as crianças, são afetadas, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Os alunos que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e dos meios em que vivem, principalmente os familiares, poderão não ultrapassar os traumas sofridos na escola. Poderão quando adultos apresentar sentimentos negativos, especialmente com baixa auto estima, tornando-se indivíduos com sérios problemas de relacionamento. Poderão adquirir, também, um comportamento hostil.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

VIVA A PÁTRIA!!

O nosso hino foi escrito na ordem inversa porque emprega palavras em sentido figurado: um forte componente do texto poético. Para que você possa entendê-lo melhor, leia-o na ordem direta e tente cantá-lo.
As margens plácidas do Ipiranga ouviram  um brado retumbante de um povo heróico,
E o sol da liberdade brilhou Em raios fúgidos, no céu da Pátria, nesse instante.
Se conseguimos conquistar o penhor dessa igualdade

com braço forte,

Ó liberdade
nosso peito desafia a própria morte em teu seio!

Salve! Salve!

Ó Pátria amada,
Idolatrada .


Brasil , um raio vívido, um sonho intenso
de amor e de esperança desce à terra,
Se A imagem do Cruzeiro resplandece
em teu céu formoso, risonho e límpido. És belo, és forte , impávido collosso,
Gigante pela própria natureza,
E o teu futuro espelha esta grandeza .

Ó Pátria amada!
Tu és, Brasil, terra adorada
Entre outras mil .

És mãe gentil dos filhos deste solo ,

Brasil, Patria amada !

II

Ó Brasil, florão da América,
Fulguras, iluminado ao sol do Novo Mundo,
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo.


Teus campos risonhos e lindos têm mais flores
Do que a terra mais garrida;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida mais amores" no teu seio.

Salve! Salve!
Ó Pátria amada,
Idolatrada .


Brasil, o lábaro estrelado que ostentas
seja símbolo de amor eterno ,
E o verde-louro desta flâmula diga
- Paz no futuro e glória no passado .


Mas, se ergues a clava forte da Justiça,
Verás que um filho teu não foge à luta.
Quem te adora nem teme à própria morte.


Ó Pátria amada!
Tu és, Brasil, terra adorada
Entre outras mil .


És mãe gentil dos filhos deste solo ,
Brasil, Patria amada !


(Extraído e adaptado do livro Descoberta &Construção, de Tadeu Rossatto Bisognin, 8ª série, Editora FTD)