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domingo, 3 de junho de 2012

ACUSAÇÃO DE PLÁGIO



Caro(a) Seguidor(a),

Criei esse blog com o intuito de despertar em meus alunos de escola pública e a quem mais possa interessar o hábito da leitura e pesquisa. Felizmente tenho obtido excelentes resultados com essa prática.
Entretanto, fiquei realmente encabulada pelo fato de determinado site ter considerado um abuso publicar (citando a autoria) o seu texto em meu blog.
Ao que sei, plágio consiste em apresentar como própria, uma obra intelectual de outra pessoa, não se fazendo, obviamente, qualquer referência à fonte inspiradora.
Já a contrafação busca reproduzir, mecanicamente, a obra, sem o consentimento do autor (o que de fato aconteceu), almejando unicamente o proveito econômico (o que não ocorre no conteúdo da minha página); como por exemplo, as reproduções de livros mediante cópias xerográficas para fins comerciais e a pirataria de vídeo.
Em nenhum momento me senti plagiadora, uma vez que não assinei o texto como sendo de minha autoria, apenas o copiei citando a fonte porque o site em questão disponibiliza as suas publicações, inclusive via e-mail, para professores e pessoas interessadas em matérias relativas à Lingua Portuguesa e Literatura.
Não tirei proveito da propriedade intelectual de ninguém, no entanto, fui ameaçada, ridicularizada em vários sites de relacionamentos e cheguei mesmo a excluir esse blog. Mas a solidariedade das pessoas de boa fé e que sabem que não uso desse meio para nenhum fim lucrativo, apenas como fonte de pesquisa para meus alunos; que têm quase nenhum meio de pesquisa, fez com que eu o publicasse novamente.
Agora ciente de que o correto é reproduzir um páragrafo do texto que pretendo utilizar como ferramenta de estudo e disponibilizar um link direcionando o público do meu blog à fonte em que encontrei a informação, revelo que me sinto ainda mais encorajada a compartilhar conhecimentos que considero importantes para os meus leitores; sem que isso venha a ferir qualquer lei ou ego dos devidos autores dos textos.
Por favor, quem se sentir lesado por qualquer publicação, me avisem para que a retire desse blog. 
De qualquer forma, fica aqui o meu pedido de desculpas juntamente com o meu agradecimento por mais uma informação aprendida.
Célia Portugal

2 comentários:

Luma Rosa disse...

Antes de copiar tem que pedir autorização e não se copia o texto todo. Copia uma parte e redireciona para a página do texto original através de link. Este é o comportamento correto.

Anônimo disse...

Copie o que quiser e publique na íntegra. Como não é para fins comerciais e sim apenas expandir cultura, basta a citação da fonte no rodopé do texto, tipo "www. tal e tal.com", mesmo sem link de ligação e o resto é que se f*..., ou melhor, que vá "lamber sabão". Pessoas ignorantes que ficam de frescuras achando que um texto é uma grande merda e lutam para serem donos dessas merdas, agem como crianças na fase anal que idolatra seus cocôs.

Todo conhecimento do mundo tem que ser repassado, e não escondido em gavetas à 7 chaves, impedindo de outras pessoas expandirem seus conhecimentos e sua cultura geral.

Não dê atenção para essas pessoas egoístas, que acham que são donos de alguma coisa, pois logo elas morrem e vão ser apenas carne podre e finalmente pó, e a única coisa de proveito disso tudo pode ser apenas suas obras físicas, mentais e materiais, e mesmo assim essas pessoas ignorantes acham que devem se sentirem donas de alguma coisa, mesmo sabendo que podem nem acordar ao dormirem.

Plágio sim é feio, horrível, e deve ser combatido, mas reprodução para expandir conhecimento, cultura intelectual sem fins lucrativos não pode ser considerado como plágio e nem como roubo, porque está sendo citada a fonte, e além do mais, quando uma pessoa "cria" um texto ela está reproduzindo partes de outros textos que ela mesma já leu em algum outro momento, e nem cita ou se lembra das fontes, mas com certeza ela não está criando aquilo pela primeira vez se ela já leu muito.

Essas "criações" de atualmente são apenas isso, uma compilação em nossa mente de tudo o que já lemos, vimos e ouvimos, e criamos cópias de pequenos trechos, parágrafos e idéias, e rejuntamos em uma folha de papel como se fosse uma criação nova.